O que o subesterço de entrada realmente é
Na virada, o grip deve migrar para a frente enquanto você freia e esterça. Se o balanço de freio está adiantado demais, os dianteiros já estão ocupados parando e não sobra nada para virar; se você não faz trail braking, a frente nunca recebe a carga de que precisa para cravar; se a frente está rígida demais ou a geometria está errada, ela rola sobre a parte errada do pneu. O resultado é um carro que aponta mas não segue.
O panorama completo em todas as fases — veja subesterço.
Como os engenheiros o diagnosticam
O subesterço de entrada vive na fase de frenagem — os engenheiros olham primeiro para lá:
- Balanço de freio e trail braking — o subesterço de entrada é, na maioria das vezes, os freios. Balanço adiantado demais satura os dianteiros; levar um pouco de freio para dentro da curva transfere peso para a frente e faz a frente cravar.
- Plataforma dianteira — uma barra estabilizadora dianteira ou molas rígidas demais impedem a frente de aceitar carga e rolar sobre o pneu. Amacie a frente para deixá-la trabalhar na entrada.
- Geometria — câmber dianteiro de menos, ou o caster errado, e o pneu dianteiro não fica plano sob carga lateral na virada. Adicione câmber e leia as temperaturas da borda dianteira.
A entrada é onde a volta se prepara — uma frente que crava deixa você frear mais tarde e levar velocidade ao ápice. Uma mudança, três voltas. O guia geral é subesterço; veja também o guia de acerto.
As alavancas que curam o subesterço de entrada
Dos freios para fora — balanço e trail braking primeiro, depois a plataforma e a geometria dianteiras: